domingo, 6 de junho de 2010


O autor Caio Riter relata uma história chamada "O rapaz que não era de liverpool", da editora SM, 1ª edição lançada em 2006, que contém 127 páginas.

O livro conta a história de um menino chamado Marcelo, que recentemente descobriu ser adotado. Um dos fatores que contribuiu para a nova descoberta, foi que sua família toda tem olhos azuis e ele é o único que tem os olhos castanhos.

Em uma aula de biologia ele aprende com o seu professor que olhos azuis são recessivos, é a partir dessa hora que começa as suas desconfianças. Ele fica com isso em sua cabeça e logo pergunta a sua mãe, e ela confirma sua desconfiança. Marcelo se sente traído por seus pais, pois não haviam contado que ele era adotado. Mais tarde seus pais revelam a ele e aos seus dois irmão que eles iam se separar. Então naquele momento ele sente que a dor de descobrir ser adotado foi pior do que saber que seus pais iam se separar .



Em um dia de aula comum, em sua sala de aula marcelo conhece a sua mais nova colega de classe, Daniella Jardim. Ele logo se encanta por ela pelo seu jeito verdadeiro,e também por ela gostar dos beatles e de poemas. Eles se conheceram melhor e se tornaram namorados. Ela o apoiava ela relação ao seu sentimento que ele tinha sobre a adoção.

Marcelo ainda muito chateado com a descoberta de ser adotado, resolve ir para casa de praia de sua dinda Letícia para poder refletir. O tempo passou e logo ele percebeu que ser adotado não tem nada de mais, e volta para sua casa.




- Gostei do livro pois ele envolve um assunto muito comum, e mostra uma das reações que alguns jovens podem ter ao descobrir que são adotados.Eu acho muito lindo o ato da adoção, pois é um amor incondcional que é dado a aquele que é escolhido como filho.

2 comentários:

  1. Essa postagem na verdade foi feita dia 3 de junho, mais deu erro quando eu fui ajeitar uns códigos de erro que tinha no texto, então eu tive que copiar e colar, ai com isso registrou a postagem como se ela tivesse sido feita hoje, domingo dia 6 de junho.

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  2. Débora, eu aceitarei a postagem, independente da data. Obs.: Há um equívoco no texto. Marcelo já sabia da separação dos pais. Releia a página 13.
    No mais, o texto está bem escrito e coerente. Um bom texto!

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